Governo libera R$ 1,4 bilhão para compra de vacinas contra a covid-19

Publicado em 24/11/2021 às 20:51

Compartilhe

© Ministério da Saúde


O Plano Nacional de Imunização recebeu R$ 1,4 bilhão para a compra de 100 milhões de doses das vacinas contra a covid-19. A portaria com a liberação dos recursos foi publicada ontem (23), em edição extraordinária no Diário Oficial da União.

O dinheiro veio por meio de um crédito suplementar no Orçamento de 2021, que remanejou gastos discricionários (não obrigatórios), sem impactar as contas públicas nem estourar o teto de gastos. Caso os recursos viessem por meio de créditos extraordinários, estariam fora do teto.

A liberação dos recursos havia sido anunciada na última segunda-feira (22) pelo secretário especial de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago. O governo espera comprar 340 milhões de doses de vacina contra a covid-19 para as próximas fases de imunização.

Segundo Colnago, o crédito suplementar foi necessário porque o governo precisa adiantar 10% do valor do contrato ainda este ano. “O grosso da despesa [com a aquisição de vacinas] será no ano que vem”, declarou.

Em 2020 e 2021, o Ministério da Economia liberou R$ 31 bilhões em créditos adicionais para a compra de vacinas e para despesas ligadas ao enfrentamento da pandemia de covid-19.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

Veja também

© Thais Magalhães/CBF/Direitos Reservados

Seleção feminina encerra temporada com título do Torneio de Manaus

© Samara Miranda/Remo/Direitos Reservados

Copa Verde: Paysandu e Remo empatam em clássico de tempos distintos

© Reuters/Carlos Osorio/Direitos Reservados

Pfizer: 1 milhão de doses chegam ao Brasil hoje

107575

Mega-Sena sorteia R$ 11 milhões nesta quarta; confira as dezenas

107573

EUA têm 10 milhões de vagas, mas não despertam interesse; entenda o porquê

© Edilson Rodrigues/Agência Senado

Plenário do Senado aprova indicação de André Mendonça ao STF

© ONU/Unaids/Divulgação

Atos no Rio marcam Dia Mundial de Luta contra a Aids

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Anvisa defende transparência e cooperação entre agências reguladoras