Vale em crise devido à queda do minério de ferro na China; entenda

Publicado em 03/11/2021 às 13:51

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Seguindo o cenário conturbado de 2021, as ações da Vale (VALE3) foram fortemente atingidas com a nova queda do minério de ferro na China nesta semana. O valor da tonelada da principal commodity metálica do mundo registrou uma queda de 8,80% no porto de Qingdao, passando a valer US$ 92,98.

A propósito, esta é a primeira vez em mais de 12 meses que a tonelada do minério registra um valor inferior aos U$ 100. Além disso, em maio deste ano, a tonelada chegou a ser avaliada a US$ 237,57 no porto chinês. No entanto, até hoje, soma uma queda de mais de 60%.

Entenda porque a queda do minério de ferro na China impacta diretamente as ações da Vale (VALE3):

Queda do minério de ferro

No início desta semana (1), o minério de ferro apresentou uma baixa expressiva de 18 pontos, registrando uma queda de 15%. Isso ocorreu em razão da desvalorização do setor na China, que tem apresentado uma desaceleração e estagnação da manufatura desde a pandemia contra a Covid-19.

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Em suma, as produções de ferro em outubro chegaram a ser inferiores ao ano de 2017. Logo, uma barra de ferro estava mais ou menos R$ 20, já em outubro, chegou a mais de R$ 60 em materiais de construção, de acordo com a análise publicada pela China Iron & Steel Association.

Portanto, a crise global que o mercado vem enfrentando atinge diretamente o Brasil, que registra uma inflação acumulada de 10,25%. Desse modo, o mercado de minério resiste a um colapso de produção, que em 2020, registrou um aumento no valor de 5%.

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O principal fator apontado pelos economistas foi a pandemia. Logo, apresenta sintomas evidentes, bem como, a dívida interna, que chega a 80% do PIB ( Produto Interno Bruto ), e altos índices de IPCA.

Vale (VALE3) em crise por causa da queda do minério de ferro; entenda
Placa da Vale

Como ficam as ações VALE3?

Em 31 de outubro, o último pregão do mês, as ações da Vale registraram um recuo de 2,84%. Contudo, as mesmas iniciaram esta semana com um leve aumento de 0,55%. Logo, a recuperação está diretamente associada à divulgação do balanço trimestral deste ano.

Neste trimestre, a empresa faturou com Ebitda ajustado em cerca de 6,94 bilhões de dólares. Ou seja, 14% superior frente ao mesmo período em 2020. Em contrapartida, o lucro foi inferior ao consenso da Bloomberg de US$ 8,83 bilhões, registrando US$ 3,886 bilhões.

Leia a matéria completa no site do 1Bilhão

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