Seag destaca inovação e tecnologia para fortalecer a cafeicultura capixaba durante Agrintex ES 2026
Publicado em 15/05/2026 às 17:06
Foto: Divulgação
A Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) participou da programação da Agrintex ES 2026 com debates voltados ao fortalecimento da cafeicultura capixaba. Realizado no Sesc Cachoeiro de Itapemirim, o evento reuniu especialistas, produtores, pesquisadores e instituições do setor agropecuário em uma programação focada em inovação, tecnologia e desenvolvimento sustentável no campo.
Nesta sexta-feira (15), a Seag integrou a programação da Arena 01 com dois painéis dedicados à cafeicultura capixaba, abordando temas relacionados à eficiência produtiva, qualidade do café e uso de tecnologias no campo.
O painel “Secagem a gás do café conilon: eficiência e qualidade” foi mediado pela coordenadora de Cafeicultura da Seag, Aline Silva, e contou com a participação do extensionista do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e um dos coordenadores do Projeto Cafeicultura Sustentável, Wellington Marré, além do cafeicultor Noel Carlos Antunes da Costa e do gerente de Planejamento de Expansão da ES Gás, Guilherme Cabral. O debate destacou os avanços e os benefícios da secagem a gás na produção de café conilon, com foco em qualidade, padronização e eficiência no processo pós-colheita.
Já o painel “Irrigação como ferramenta para alta produtividade do Café Arábica” também teve mediação de Aline Silva e contou com a participação do extensionista do Incaper Wescley Henrique Silva Marion, do sócio-administrador da Expert Irrigação, Luan Peroni Venancio, e do cafeicultor Cristiano Ricarde. A discussão abordou a irrigação como estratégia para aumento da produtividade, melhoria do manejo e maior segurança da produção diante das condições climáticas.
“Discutir tecnologias de secagem é extremamente importante para garantir a produção de um café conilon com mais qualidade, sustentabilidade e eficiência. Já no cenário atual da cafeicultura arábica, especialmente diante das mudanças climáticas e da busca por alta produtividade, a irrigação deixou de ser apenas uma tecnologia complementar e passou a ser uma ferramenta fundamental para manter a competitividade da atividade”, destacou Aline Silva.