Mais de 69 milhões de brasileiros não tomaram a primeira dose de reforço contra a Covid-19

Publicado em 12/11/2022 às 09:53

Compartilhe

Mais-de-69-milhoes-de-brasileiros-nao-tomaram-a-primeira-dose-de-reforco-contra-a-Covid-19

Mais de 69 milhões de brasileiros ainda não voltaram aos postos para receber a primeira dose de reforço da vacina contra a Covid-19, segundo dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Já 32,8 milhões de pessoas poderiam ter recebido a segunda dose de reforço contra a doença, mas ainda não se vacinaram. Os imunizantes estão disponíveis em mais de 38 mil postos de vacinação em todo Brasil. 

O Ministério da Saúde reforça a importância de completar essa etapa do ciclo vacinal, aumentando a imunidade contra a doença. Estudos mostram que a estratégia de reforçar o calendário vacinal contra o coronavírus aumenta em mais de cinco vezes a proteção contra casos graves e óbitos pela Covid-19.

A primeira dose de reforço, recomendada para pessoas com mais de 12 anos de idade, deve ser aplicada quatro meses depois da segunda dose ou dose única. Já a segunda dose de reforço, no momento, é recomendada pelo Ministério da Saúde para a população acima de 40 anos de idade e trabalhadores da saúde independentemente da idade.

As vacinas recomendadas para as doses de reforço são da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen – essas podem ser utilizadas para pessoas com 18 anos de idade ou mais. Para os adolescentes entre 12 e 17 anos, preferencialmente deve ser utilizada a vacina Pfizer. Caso não esteja disponível, pode ser utilizada a vacina CoronaVac na dose de reforço.

Para quem começou o esquema vacinal com a dose única da Janssen, a recomendação é a seguinte: três reforços para pessoas com idade igual ou maior que 40 anos; e dois reforços para pessoas de 18 a 39 anos. O primeiro reforço é aplicado dois meses após o início do ciclo; e os outros devem obedecer ao intervalo de quatro meses. A orientação é que também sejam utilizadas as vacinas AstraZeneca, Pfizer ou a própria Janssen para as doses de reforço.

As recomendações do Ministério da Saúde foram feitas a partir de estudos que demonstram que a imunogenicidade após aplicação de doses de reforço heterólogas, com combinação diferente de vacinas contra a Covid-19, foi adequada e superior a esquemas sem doses de reforço.

Marco Guimarães
Ministério da Saúde

Veja também

Drymoluber-brazili_ThiagoMarcial-capa-2

Espécies raras de cobras são redescobertas no Espírito Santo depois de décadas

agro-04-03-incaper

Incaper e parceiros vão promover eventos para valorização e empoderamento da mulher rural

capa-coluna-vida-saudavel

Epidemia de obesidade afeta mais de 62,6% das mulheres no Brasil

mundo-04-03-Divulgacao-UNRWA

Israel aceita acordo de cessar-fogo por seis semanas, diz EUA

policia-04-03-Ayrton-Freire-Inter-TV-Cabugi

Fugitivos de Mossoró invadem galpão de fazenda e polícia faz cerco

dengue-ms

Espírito Santo recebe lançamento de campanha nacional contra a dengue

cafe-conefora

Café canéfora tem zoneamento de risco climático atualizado

agropecuaria

Crescimento da economia brasileira é impulsionado pela alta de 15% da agropecuária em 2023