Poeira, buracos e lama revoltam e causam prejuízos em Marechal Floriano

Publicado em 09/06/2019 às 19:55

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Moradores e comerciantes do Trevo de Paraju, no Km 56 da BR-262, em Marechal Floriano, estão revoltados com a falta de manutenção nas vias laterais à rodovia e às que dão acesso ao trevo. Além de buracos, a poeira tem irritado e causado prejuízos a comerciantes da região. E, quando não é a poeira que invade os estabelecimentos, a lama também é outro problema.

Poeira buracos e lama revoltam e causam prejuizos em Marechal Floriano 02O comerciante Luciano Ribeiro dos Santos, 38 anos, disse que não dá conta de limpar a poeira dos produtos, expostos nas prateleiras de seu supermercado. “Além desses buracos, que atrapalham os clientes, em épocas de chuvas a lama suja toda a loja. E a poeira invade todo o mercado e não damos conta de limpar. Trabalhamos com produtos alimentícios e estamos sofrendo muito. O poder público não olha essa situação. Além disso, há riscos até de acidentes”, afirma.

Poeira buracos e lama revoltam e causam prejuizos em Marechal Floriano 03Outro comerciante revoltado é Leandro Stein da Silva, 33, de um restaurante da localidade. “É muito buraco nesse trecho pequeno e essa poeira incomoda demais. Toda hora temos que ficar limpando e complica muito para conseguirmos higienizar o comércio. A comida fica exposta e temos que tomar muito cuidado. Precisamos de uma solução urgente”, destacou.

Poeira buracos e lama revoltam e causam prejuizos em Marechal Floriano 04Sócio da cafeteria e restaurante Estação Paraju, Idelber Marchiori, 43, reclama do descaso com a localidade. “Não conseguimos entender porque não tomam uma providência. Precisamos ficar limpando o dia inteiro e até o estacionamento do nosso pátio está sujo com tanta poeira. Estamos tendo prejuízos com a queda do movimento devido a esses buracos e a tanta poeira. É revoltante, pois poderiam ao menos lavar essa frente para amenizar a poeira”, reclama o empresário.

Moradora do Trevo de Paraju, Jaquelini Geik, 22, destacou que em dias de chuva, a situação é muito pior. “Apenas os moradores usam máquinas para melhorar um pouco essa situação. Aqui tinha tudo para ser mais movimentado, mas as pessoas evitam parar por conta dessa situação precária”, lamenta.

A reportagem do Montanhas Capixabas procurou o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), por meio da assessoria de imprensa. Após várias tentativas, a assessoria do órgão não enviou resposta até a publicação desta reportagem. O Montanhas Capixabas continuará tentando uma resposta do órgão federal, responsável pela manutenção do local.

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