Dia do Feijão destaca alimento símbolo da mesa brasileira
Publicado em 10/02/2026 às 08:37
Foto: Freepik
Símbolo da alimentação brasileira, o feijão segue como um dos alimentos mais presentes no dia a dia da população. Além do forte valor cultural, o grão se destaca pelo elevado valor nutricional, sendo uma importante fonte de proteínas vegetais, fibras e minerais, contribuindo para refeições completas, acessíveis e equilibradas.
A versatilidade é uma de suas principais características. O feijão vai muito além do tradicional arroz com feijão e aparece em diferentes formas de preparo na culinária brasileira, como caldos, feijoada, tutu, feijão-tropeiro, saladas frias, pastas, bolinhos e até em receitas contemporâneas, como hambúrgueres vegetais. A diversidade de tipos — como carioca, preto, fradinho, entre outros — amplia as possibilidades gastronômicas e reforça sua adaptação às tradições regionais do País.
A relevância do feijão na alimentação do brasileiro é confirmada pelos dados de consumo. Segundo estimativas da Embrapa Arroz e Feijão, o consumo médio per capita no Brasil é de cerca de 12,2 quilos de feijão-comum por pessoa ao ano.
No Espírito Santo, embora a produção seja de menor escala quando comparada a outras culturas, o feijão tem papel importante na diversificação agrícola e no abastecimento local. Em 2025, o Estado produziu 9.734 toneladas, em uma área de 8.876 hectares, principalmente em sistemas ligados à agricultura familiar.
Esse cenário insere o feijão como uma cadeia estratégica dentro das políticas públicas estaduais. De acordo com o subsecretário de Estado de Desenvolvimento Rural, Michel Tesch, valorizar a produção de feijão é fortalecer o desenvolvimento rural e a segurança alimentar.
“O feijão é um alimento essencial na mesa dos brasileiros e também uma cultura importante para a agricultura familiar capixaba, contribuindo para a geração de renda e o abastecimento de alimentos no Estado”, destacou o subsecretário.
Celebrar o Dia do Feijão é reconhecer a importância desse alimento para a identidade alimentar do País e reforçar estratégias que unem tradição, segurança alimentar e políticas públicas voltadas para o futuro do campo capixaba.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Seag