Justiça bloqueia R$ 23,8 milhões de investigados por fraude no INSS

Publicado em 03/06/2025 às 09:34

Compartilhe

ab7183bc-31e3-48a9-b982-addefbac6c19

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A Justiça Federal determinou o bloqueio de R$ 23,8 milhões em bens de empresas, e seus sócios, investigados por suspeitas de fraudes contra aposentados.

A decisão foi emitida em ação movida pela Advocacia-Geral da União (AGU), representando judicialmente o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com o objetivo de usar os valores bloqueados para ressarcir aposentados e pensionistas vítimas de descontos ilegais em seus benefícios.

Anúncio

A juíza federal Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7ª Vara Federal do Distrito Federal, decretou a indisponibilidade de bens e ativos financeiros das pessoas jurídicas Venus Consultoria Assessoria Empresarial S/A, e de seus sócios Alexandre Guimarães e Rubens Oliveira Costa, bem como da pessoa jurídica THJ Consultoria Ltda e de sua sócia Thaisa Hoffmann Jonasson.

Essa foi a primeira decisão emitida no conjunto de 15 ações sobre o caso. Por determinação da magistrada da 7ª Vara Federal do DF, a ação originalmente apresentada pela AGU foi desmembrada em 15 processos judiciais.

A AGU pediu, no dia 8 de maio deste ano, o bloqueio de bens na ordem de R$ 2,56 bilhões contra 12 entidades associativas e seus dirigentes, totalizando 60 réus. A juíza determinou que, após o desmembramento, cada ação tivesse no máximo cinco réus.

Anúncio

As entidades objeto das ações são apontadas como empresas de fachada, criadas com o único propósito de praticar a fraude contra os beneficiários. A investigação aponta ainda que elas teriam feito pagamentos de vantagens a agentes públicos a fim de obterem autorização para realizar os descontos indevidos.

Todas as 12 organizações já respondem no INSS a Processos Administrativos de Responsabilização (PAR), abertos no último dia 5 de maio, por prática de corrupção. Elas foram incluídas como réus pois há fortes indícios, conforme inquérito policial, de que são empresas de fachada, criadas com o objetivo de cometer fraudes por meio de “laranjas”, ou de que pagaram propinas a agentes públicos.

Também foram incluídas nas ações seis empresas suspeitas de intermediarem vantagens indevidas.

Fonte: Agência Gov | Via AGU

Veja também

Principal correta

Banestes acompanha de perto quem transforma o turismo capixaba em negócio

Sebrae 1

Sefaz e Sebrae firmam parceria para preparar municípios capixabas para a Reforma Tributária

WhatsApp-Image-2026-10-16-at-13.10.11-1080x675

Banestes abre concurso público com salários de até R$ 5,6 mil no Espírito Santo

COLUNA GATRONOMIA

Ratatouille  

Votação 6x1 no Senado - Foto - Jonas Pereira (Agência Senado)

FINDES alerta para impacto econômico com possível fim da escala 6×1

Fazenda Venturim (1)

Irrigação eficiente pode reduzir em mais de 30% o consumo de água na lavoura de café

55446268458_95ad6e34d4_k-1024x683-1-1024x675

Senar abre inscrições para cursos técnicos gratuitos com vagas no Espírito Santo

1

Alfredo Chaves recebe encontro voltado ao protagonismo feminino no agro