Musculação é alternativa para reduzir fatores de risco para a saúde

Os exercícios e atividades físicas no cotidiano de qualquer pessoa são muito importantes, não só por necessidades estéticas, como também de saúde. Manter funcionando perfeitamente todos os sistemas do corpo, permitir que o metabolismo seja acelerado e fortalecer músculos é necessário para que se tenha uma vida mais saudável, sendo a musculação uma dessas alternativas.

Atualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada cinco adultos e quatro em cada cinco adolescentes não praticam atividade física suficiente e justamente por isso, a instituição lançou um plano de ação global, a fim de estimular a atividade física entre 2018 e 2030. A ideia é orientar os países a realizar atividades que reduzam o sedentarismo em até 15%, estimulando pessoas de todas as idades. Independentemente da prática escolhida, é importante que se tenha em mente como essa mudança de hábito pode melhorar consideravelmente os exames e o condicionamento físico.

A musculação, além de fortalecimento, possui grande contribuição para a redução de fatores de risco e por isso se destaca atualmente. Porém, a escolha do tipo de exercício a ser realizado varia de acordo com as necessidades de cada pessoa, bem como das limitações que possuem. Nem sempre ela é recomendada para qualquer um, sendo preciso realizar exames médicos preliminares para que a prática seja iniciada com segurança.

Além disso, considerar a satisfação em realizar a atividade escolhida é interessante para que se tenha estímulo para continuar. Caso a preferência seja pela musculação, os benefícios estão relacionados ao aumento da força e da massa muscular, um dos principais objetivos dos praticantes, mas também tem grande relevância na redução de diversos fatores de risco para a saúde cardiovascular.

A obesidade, causada por um conjunto de alimentação inadequada e sedentarismo, favorece o surgimento de uma série de doenças que podem causar graves consequências no futuro como diabetes e hipertensão. Para as pessoas já diagnosticadas com essas doenças, os exercícios são fundamentais para que elas não se agravem, enquanto por outro lado, passar a fazer musculação é uma ação preventiva. Embora os exercícios sejam importantes, a medicação não pode ser deixada de lado, caso a pessoa faça uso de alguma, pois se trata de uma alternativa complementar e não substitutiva.

A musculação auxilia no controle de fatores de risco para o coração, pois o ganho de força e de massa muscular, faz com que a sobrecarga seja menor, mesmo com os esforços do dia a dia. Além disso, ela ajuda na disposição, melhorando o condicionamento físico e influenciando na perda de calorias. Antes de dar início a esse tipo de prática, a recomendação é procurar atentamente profissionais e academias qualificadas para prestar o serviço, de modo que os exercícios tragam reais benefícios.

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