A partir das próximas semanas, duas estratégias de enfrentamento e monitoramento da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) serão realizadas em conjunto pelas Secretarias da Educação e da Saúde: o censo sorológico, destinado a todos os profissionais da Rede Estadual de Educação, e o inquérito sorológico com a coleta de amostras da comunidade escolar capixaba. As informações foram passadas em coletiva on-line realizada, na manhã desta sexta-feira (18), pelos secretários de Estado da Educação, Vitor de Angelo, e da Saúde, Nésio Fernandes, com a participação da infectologista Cristiana Costa.

O ar seco cobre boa parte do País. De acordo com a previsão do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) esta semana deve variar entre 10 e 30 nas regiões sul, sudeste e centro oeste, bem abaixo dos índices de 40 a 70 preconizados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para a nossa saúde. Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, o efeito mais visível da estiagem é o ressecamento dos olhos, garganta e nariz, mas vai muito além disso. Prejudica todo nosso organismo porque além de lubrificar nossas mucosas, a água é essencial no metabolismo por transportar nutrientes e eliminar toxinas, explica.

Em coletiva de imprensa, realizada nessa segunda-feira (14), o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, junto com o subsecretário de Estado da Saúde, Luiz Carlos Reblin, anunciou a ampliação da coleta de exames para o novo Coronavírus (Covid-19) para todas as pessoas que apresentarem síndrome gripal no Espírito Santo.

O Governo do Estado anunciou, nesta sexta-feira (11), o 22º Mapa de Risco Covid-19, que terá vigência entre a próxima segunda-feira (14) e o domingo (20). Ao todo, 39 municípios capixabas estão classificados em Risco Baixo e outros 39 estão em Risco Moderado. Não há nenhum município em Risco Alto. O Mapa foi construído seguindo a metodologia da 5ª Fase da Matriz de Risco de Convivência, anunciada no final de agosto.

Evitar ao máximo as aglomerações para manter a situação de risco baixo. Este é um dos itens importantes acatados fielmente pela população florianense que, mesmo já não existindo as fitas plásticas de segurança bloqueando o acesso na Praça José Henrique Pereira, conhecida por Pracinha, as pessoas mantêm o distanciamento regular.