Ouriço cacheiro foge da floresta e para o trânsito em Marechal Floriano

A manhã desta terça-feira (14) foi de uma visita inusitada no centro da sede do município de Marechal Floriano: um animal cientificamente denominado como “Erinaceus europeus” conhecido de forma comum por “ouriço cacheiro ou porco-espinho”, fugiu de uma floresta e foi para a rua movimentada.

Ouriço cacheiro foge da floresta e para o trânsito em Marechal FlorianoOs veículos precisaram realizar manobras à direita e esquerda para evitar o atropelamento do animalzinho que estava perdido no meio do movimento. O trânsito parou exatamente no momento que uma viatura do Corpo de Bombeiros de Marechal Floriano trafegava pelo local para a realização de outro serviço de atendimento.

Os bombeiros foram fiéis ao trabalho que desenvolvem para manter a vida dos animais e estacionaram a ambulância. Em pouco mais de cinco minutos eles haviam capturado com a utilização de luvas e materiais apropriados. O animalzinho atraiu uma multidão que ficou estática no meio da rua.

Os moradores permaneceram observando o trabalho perfeito dos bombeiros Bittar, Jack e Primo, da equipe do Corpo de Bombeiros de Marechal Floriano que salvou o ‘bichinho’ que estava perdido no meio da rua. A seguir, o ouriço cacheiro seria solto em uma floresta próxima da cidade.

Ouriço cacheiro foge da floresta e para o trânsito em Marechal Floriano 2O motorista aposentado Aldir Nascimento, morador de Marechal Floriano afirmou que já residiu próximo dessa floresta de onde saiu o animalzinho e garantiu que há muitos bichos dessa espécie. “Mas não podemos deixar acabar os moradores dessa mata, que é rica em ouriço cacheiro, gambás, tamanduás e outros animais silvestres, além dos pássaros”, afirmou sorridente.

Para o comerciante aposentado Paulino Ambrozini, esse é apenas um dos animais que abandona a floresta ou simplesmente caem do rochedo na mata e vão parar na rua. “Hoje tivemos à nossa disposição o Corpo de Bombeiros, mas em outras ocasiões exortamos os bichos até retornarem à floresta... não podemos deixá-los à mercê da sorte”.