Polícia Militar realiza exposição e testes dos novos fuzis de assalto no Batalhão de Missões Especiais

Publicado em 25/12/2022 às 19:48

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A Polícia Militar recebeu mais um lote de armamentos e realizou uma exposição na tarde desta quinta-feira (22), no Batalhão de Missões Especiais (BME), em Cariacica.

Foram adquiridos 300 fuzis de assalto modelo ARAD com calibre 5,56; podendo ser transformados em calibre .300 Blackout (7,62 x 35mm). Metade das carabinas veio com mira mecânica e a outra metade com mira holográfica.

O armamento de ponta chega para substituir as carabinas calibre .40 em uso na Instituição há mais de 12 anos. No total, 975 novas armas estão compondo o acervo bélico da PMES, um investimento superior a 14 milhões em armamentos tecnológicos dos mais modernos disponíveis no mercado.

O major Andre Lemos, da Diretoria de Logística (Dlog 3), explicou o processo de compra das armas e todo cuidado da equipe em cada etapa, alinhado a um planejamento estratégico forte dentro de um cenário de aporte de recursos econômicos e conjuntura política favorável.

“Nesse panorama, a Polícia Militar teve êxito em adquirir uma multiplicidade de materiais bélicos. Equipamentos de proteção, armamento não letal, armas de fogo e munições, tudo de ponta e padrão internacional de qualidade, pronto para serem usados para defesa do cidadão e para cessar qualquer tipo de agressão”, explicou.

Para o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Douglas Caus, a PM dispõe hoje de um dos melhores armamentos do mundo, possibilitando à sua tropa ainda mais segurança e precisão nos atendimentos de ocorrências complexas.

Ao final da exposição, os comandantes das Unidades da Grande Vitória e Especializadas realizaram o teste dos fuzis de assalto no stand de tiro do BME.  A partir da próxima semana serão organizadas novas instruções para que posteriormente as armas possam ser distribuídas para as unidades operacionais da PMES.

Armas não letais

Além dos fuzis de assalto, a Polícia Militar também adquiriu equipamentos não letais, entre munições, granadas e armamentos. Para tanto, foi realizado um investimento superior a 28 milhões.

Em fevereiro, chegarão mais 1.100 pistolas neuro incapacitantes, responsáveis por emitir uma descarga elétrica capaz de imobilizar uma pessoa e, assim, cessar a agressão. “São boas alternativas em ocorrências em que não tenha necessidade do emprego de arma letal, respeitando o uso progressivo da força. Podemos citar como exemplo as brigas de bares, vias de fato envolvendo pessoas com distúrbios psiquiátricos, sob influência de álcool e de drogas, entre outros”, explicou o comandante Caus.

Texto: Assessoria de Comunicação da PMES

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