O turismo no Brasil pós-covid-19

Publicado em 25/11/2021 às 08:53

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Em todo o mundo, a indústria do turismo lidera o ranking do ramo mais atingido durante a pandemia COVID-19. Uma área onde os efeitos da crise econômica devem persistir por algum tempo em comparação a ramos como do varejo e da prestação de serviços.

No Brasil, vacinação em massa de COVID-19 foi implementada com considerável atraso em relação a outros países da Europa. Neste cenário, as empresas de turismo estão lutando para encontrar maneiras de minimizar suas perdas e sobreviver às restrições da pandemia. No Estado do Espírito Santo, que está entre os líderes no ranking de pessoas vacinadas contra o novo coronavírus (Covid -19), a flexibilização das atividades econômicas e sociais estão sendo retomadas. Assim, os atrativos turísticos estão retomando o atendimento.

Tendo como grande objetivo o comprometimento com a segurança da população capixaba, o governo do Estado do Espírito Santo desenvolve um trabalho contínuo de conscientização da população referente à vacinação além da continuidade das medidas sanitárias. Além disso, mesmo com a inclusão de uma nova categoria na matriz de risco, com a classificação de “Risco Muito Baixo”, o monitoramento de casos é acompanhado de perto, tendo como requisito os índices de vacinação e retomada das atividades em cada região do Estado.

Nova dinâmica no setor turístico

Observando a retomada turística em São Paulo, um grande centro brasileiro, uma tendência importante é apontada e explica a retomada do setor, diferindo do contexto antes da pandemia, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Atualmente, quase metade dos brasileiros na região Sudeste pretende fazer viagens domésticas nos próximos sete a doze meses, mas gostariam de visitar novos destinos em sua própria região, um reflexo do medo e cautela recorrentes da pandemia.

Fatores macroeconômicos também influenciam a nova preferência dos brasileiros pelo turismo doméstico. A desvalorização da moeda nacional frente a moedas estrangeiras, torna o cenário internacional demasiadamente caro. O que certamente estimula a demanda por atividades e localidades nacionais, evitando as dificuldades e altos preços relacionadas ao câmbio desfavorável que os turistas podem enfrentar no exterior.

O que as companhias devem ficar de olho

Além das tendências das áreas turísticas mais promissoras, as novas empresas dentro do setor devem estar cientes que se destacar através de uma marca forte é um ponto determinante. Obtenha ajuda com biznamewiz.com/pt-br/, onde você pode considerar o novo nome da sua companhia de transfers, city tour, ou qualquer outra forma de soluções de transportes para turistas, que é uma das partes do setor que se destacou durante a crise.

Há um número crescente de associações na área que podem se beneficiar de ferramentas digitais com esta, já que com a pandemia tiveram também uma oportunidade importante há muito aguardada e colocada em prática por meio de ferramentas digitais. Cabe alertar que uma recuperação mais forte dependerá da estabilidade de preços, do câmbio, das taxas de desemprego e dos auxílios do governo para o setor e para a população. Aspectos que influenciam diretamente no poder de compra do brasileiro, inclusive de pacotes turísticos.

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