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Creatina: quem pode consumir, quando usar e os benefícios em diferentes fases da vida

Publicado em 15/09/2025 às 08:04

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Nos últimos anos, a creatina deixou de ser um suplemento restrito a atletas de alta performance e passou a ganhar espaço nas prescrições médicas para diferentes perfis de pacientes. Reconhecida por seu papel no aumento de força e desempenho físico, ela também tem se mostrado aliada da saúde muscular, da cognição e até do envelhecimento saudável.

A creatina é uma substância naturalmente produzida pelo nosso organismo, mas sua suplementação pode ser necessária em determinadas situações. “A creatina atua no fornecimento rápido de energia para as células, principalmente para os músculos, mas também para o cérebro. Ela pode trazer benefícios para quem pratica atividade física e para quem busca preservar massa magra ao longo da vida”, explica a endocrinologista e metabologista Gisele Dazzi Lorenzoni, pós-graduada em Medicina Esportiva e Nutrologia.

Segundo Gisele, o consumo da creatina deve ser individualizado. A dosagem geralmente recomendada varia entre 3g e 5g por dia, mas sempre com orientação médica. “É fundamental avaliar a função renal, o nível de atividade física e os objetivos do paciente. Nem todo mundo precisa de creatina, mas quando bem indicada, os resultados são consistentes”, alerta.

Foto: Freepik

Um dos grupos que mais pode se beneficiar do suplemento são as mulheres na menopausa. Nessa fase, a queda de hormônios contribui para a perda de massa muscular e óssea, e a creatina pode ajudar a minimizar esses efeitos. “Associada ao treino de força, a suplementação contribui para preservar músculos, manter o metabolismo ativo e prevenir fragilidade física”, destaca a médica.

Além disso, estudos recentes sugerem que a creatina também pode ter impacto positivo sobre a função cognitiva, especialmente em idosos. “Como o cérebro consome muita energia, a suplementação pode ajudar em processos de memória e raciocínio, principalmente em pessoas com ingestão alimentar insuficiente”, acrescenta Gisele.

Apesar de todos os benefícios, o uso deve ser orientado por um profissional de saúde. “É um suplemento seguro, mas não deve ser iniciado por conta própria. Avaliar cada caso é essencial para que ele traga benefícios reais, sem riscos desnecessários”, reforça a endocrinologista.

Fonte: Criar Comunicação Integrada

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